Blog de um algarvio, nascido e criado em Olhão, orgulhoso da sua terra, adepto fervoroso do S.C.Olhanense, licenciado em Biologia pela Universidade do Algarve, e mestre em Biologia da Conservação pela Universidade de Évora.
publicado por Ventura | Sábado, 01 Março , 2008, 15:45
Os morcegos recorrem às mesmas técnicas aerodinâmicas que os insectos, para se manterem no ar quando efectuam voos lentos ou estacionários, segundo um estudo hoje publicado nos Estados Unidos. Quando estes mamíferos batem as suas asas inteiramente abertas e inclinadas para baixo, estas produzem um movimento do ar, idêntico ao de um pequeno turbilhão, que dá um impulso ascensional.

Os insectos produzem permanentemente estes turbilhões com as suas asas quando voam. No entanto, os cientistas perguntaram-se se o mesmo mecanismo podia ser utilizado por animais mais pesados, como os morcegos.
Para tal, os investigadores norte-americanos e suecos estudaram três morcegos (Glossophaga soricina) que medem cinco centímetros de comprimento. Os investigadores conseguiram medir o escoamento do ar à volta das asas destes animais em voo graças a imagens digitais de partículas de neblina artificial, criada num pequeno sistema de ventilação onde foram instaladas pequenas manjedouras.

Os cientistas puderam assim medir que o turbilhão de ar criado sob as extremidades das asas produz 40 por cento da força ascensional que permite que os morcegos se mantenham no ar. Estes morcegos têm uma capacidade de voo dez vezes mais elevada do que a normal, e comparável à dos colibris, da família Trochilidae. Alimentam-se de néctar e de pólen durante a época seca, e de insectos e de frutos durante a época das chuvas. O estudo surge na revista Science de hoje.
(fonte)

publicado por Ventura | Sábado, 01 Março , 2008, 02:25
O EuTEMP, desenvolvido pela empresa portuguesa EFACEC, foi montado na parte externa do módulo europeu da Estação Espacial Internacional (ISS) Columbus, para monitorizar autonomamente a temperatura na Plataforma de Experiências Externa da ESA (EuTEF - European Technology Exposure Facility), dedicada à demonstração em órbita de tecnologias espaciais.
 
De acordo com a Agência Espacial Europeia (ESA), o EuTEMP é uma unidade de medida e aquisição de temperatura de pequenas dimensões, autónoma e alimentada por baterias, que foi construída de modo a resistir a temperaturas extremas do ambiente espacial, pelo menos durante diversos dias após o seu lançamento.
O papel do EuTEMP será fundamental durante a instalação do EuTEF no módulo Columbus. Nesta altura ocorrerá uma fase crítica, chamada fase de transferência, onde os aquecedores estão desligados e o controlo térmico só pode ser feito por meios passivos. Durante esta fase, cuja duração depende da complexidade das unidades a instalar, a temperatura pode descer a valores muito baixos. O ambiente espacial é muito agressivo devido à ausência de atmosfera e gravidade, e aos níveis de radiações solares. As temperaturas podem variar rapidamente desde extremamente frias (-140ºC), quando os equipamentos estão à sombra (em eclipse), até 400ºC, quando expostos ao Sol.

Ainda segundo explica a ESA, apesar das simulações que têm em consideração os fluxos térmicos, as características de emissibilidade das superfícies e a inércia térmica das massas, podem surgir situações imprevisíveis. Há por isso a necessidade de monitorizar as temperaturas dos vários instrumentos da plataforma EuTEF.
(fonte/via)

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