Blog de um algarvio, nascido e criado em Olhão, orgulhoso da sua terra, adepto fervoroso do S.C.Olhanense, licenciado em Biologia pela Universidade do Algarve, e mestre em Biologia da Conservação pela Universidade de Évora.
publicado por Ventura | Quarta-feira, 05 Março , 2008, 17:32


publicado por Ventura | Quarta-feira, 05 Março , 2008, 11:28

Insectos semelhantes a vespas fizeram mudar o nome de dois dinossauros herbívoros pelo paleontólogo da Universidade Nova de Lisboa, Octávio Mateus. Os dinossauros Diceratops (imagem superior), dos Estados Unidos, e Microceratops (imagem inferior), da Mongólia, foram respectivamente classificados pelo americano Richard Lull, em 1905, e pelo paleontólogo sueco Birger Bohlin em 1953. Contudo, os investigadores não sabiam que os nomes já tinham sido usados para classificar insectos himenópteros, semelhante a vespas, em 1868 e 1952.

 

Segundo as regras da nomenclatura zoológica, que ditam as normas de classificação das espécies, não pode haver dois animais com o mesmo nome, pelo que era necessário alterar o recente deles, neste caso, o dos dinossauros.
Assim, o investigador português dá novos nomes aos dinossauros num artigo publicado no Journal of Paleontology, mas mantém uma grafia semelhante: Diceratus (do grego, di=dois, ceratus=cornos) em vez de Diceratops, e Microceratus (do grego, micro=pequeno, ceratus=cornos) em vez de Microceratops.
Com estes, Octávio Mateus é responsável por nove novos géneros ou espécies de dinossauros, tendo escolhido o nome de todos eles.
(fonte)


publicado por Ventura | Quarta-feira, 05 Março , 2008, 11:19

Um grupo internacional de cientistas diz ter identificado um novo marcador genético do cancro de mama. A investigação vem publicada na última edição da revista "Proceedings of the National Academy of Sciences".
De acordo com os investigadores do Centro de Oncologia Memorial Sloan-Kettering e do Instituto Nacional do Cancro, onde decorreu o estudo, as mulheres com esta variante de ADN correm 1,4 vez mais risco de vir a sofrer cancro de mama. Segundo Kenneth Offit, líder do estudo, “estes são resultados promissores porque nos indicam um novo caminho molecular que poderá estar ligado ao cancro de mama”.
Ainda segundo os investigadores, embora o risco vinculado a este marcador seja menor que o de outras mutações genéticas, a descoberta aumentará o conhecimento sobre as variações que contribuem ao cancro de mama, indicaram os cientistas.
Um novo método utilizado neste estudo permitiu distinguir as variações genéticas do genoma e que alteram a fisionomia individual do ADN, sendo alterações mais frequentes em indivíduos com certo tipo de doenças.

(fonte)

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