Blog de um algarvio, nascido e criado em Olhão, orgulhoso da sua terra, adepto fervoroso do S.C.Olhanense, licenciado em Biologia pela Universidade do Algarve, e mestre em Biologia da Conservação pela Universidade de Évora.
publicado por Ventura | Quarta-feira, 10 Dezembro , 2008, 22:15

Artigo 5°

Ninguém será submetido a tortura nem a penas ou tratamentos cruéis, desumanos ou degradantes.

(Tsvangirayi Mukwazhi/ Associated Press)

8 de Dezembro - Crianças do Zimbabwe engarrafam água estagnada para ser usada em casa. A falta de água potável e de produtos para purificar a água, é uma das principais causas do surto de cólera no país.

(Declaração Universal dos Direitos Humanos disponíval aqui em português)


publicado por Ventura | Quarta-feira, 10 Dezembro , 2008, 21:52

In Record:

Líder e cada vez com maior margem de manobra sobre o terceiro, o Olhanense dá indicações seguras de dispor de capacidade para lutar pela subida. O técnico Jorge Costa não esconde a sua satisfação, embora recuse assumir o estatuto de candidato.

Fiz apenas uma promessa no início da época e estamos a cumpri-la: lutar pelos 3 pontos em todos os jogos”.

Um ciclo de resultados positivos, interrompido apenas pela derrota no reduto do Feirense, conduziu o Olhanense ao topo. “Tirando os primeiros 45 minutos em Santa Maria da Feira, os jogadores têm sido excepcionais. Merecem a posição que ocupam e estamos, com mérito, onde todos gostariam de estar”.

A liderança provoca maior pressão mas “quem não gostaria de lidar com essa responsabilidade?”, diz Jorge Costa. O técnico faz contas bem simples. “Queremos ganhar sempre e, felizmente, conseguimos mais triunfos que derrotas e empates. Se tal sucedeu é porque merecemos e porque o grupo tem mérito neste percurso”.

No início da época o Olhanense mostrou algumas fragilidades – sobretudo a permeabilidade defensiva – entretanto corrigidas ou, pelo menos, atenuadas. “Os jogos ganham-se com golos e por vezes corremos alguns riscos mas, no geral, essa atitude foi compensada. Ao encararmos o jogo assim, ficamos mais expostos”, frisa.


publicado por Ventura | Quarta-feira, 10 Dezembro , 2008, 20:44

Local: Rua do Comércio em Olhão.

Hora: 20:36h.

Estado das lojas dos portugueses: fechadas.

Estados das lojas dos chineses: abertas e com clientes lá dentro.

 

O vendedor português ("A" para simplificar a escrita) cumpre o horário de trabalho estipulado. Normalmente das 9h às 13h e das 15h às 19h.

O comprador português (neste caso "B" para simplificar) também desempenha o seu horário de trabalho. Quando A fecha a loja, B está na sua hora de sair. O vendedor chinês (neste caso o "C". Que coincidência hein? Chinês... letra c... ehehehe... er... continuando...) não tem hora para fechar.

Se B necessita de comprar alguma coisa (nesta altura do ano todos necessitam), dirige-se à Rua do Comércio e o que é que apanha aberto? Isso mesmo! O C aberto! E onde compra o que necessita? No C.

E depois vem o A brandar aos sete ventos: "Ah e tal! O negócio está mal! A culpa é dos chineses!".

Inicialmente poderia dizer-se que tinham razão. Produtos ao preço da uva mijona não davam hipótese ao mero A de competir. Actualmente sabe-se que o baixo preço dos produtos reflecte, na grande maioria dos casos, a qualidade dos mesmos.

Então sabendo A que B sai à hora do fecho da sua loja, A na sua grandiosa esperteza poderia pensar assim: "A minha loja das 15h às 17h está practicamente às moscas. Se B sai às 19h, eu em vez de abrir às 15h e fechar às 19h, poderia abrir uma hora mais tarde, fechava uma hora mais tarde, e assim dava hipótese de B poder se deslocar à minha loja durante uma hora". Claro que A não necessitava de estar aberto muito mais do que as 21h porque após essa hora, o vazio domina as ruas de Olhão.

Mas não. O negócio vai mal, não se adaptam às condições actuais do mercado, e continuam a fazer a mesma rotina que fazem desde que abriu a sua loja. E depois queixam-se. Bah...


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