Blog de um algarvio, nascido e criado em Olhão, orgulhoso da sua terra, adepto fervoroso do S.C.Olhanense, licenciado em Biologia pela Universidade do Algarve, e mestre em Biologia da Conservação pela Universidade de Évora.
publicado por Ventura | Domingo, 21 Outubro , 2007, 17:22
A associação Amigos da Serra da Estrela (ASE) espera que pelo menos metade dos seis mil carvalhos que hoje estão a ser plantados com o apoio da Força Aérea consiga crescer.

«Essa é a nossa previsão, mas a natureza é que manda», explicou à agência Lusa José Maria Saraiva, director da ASE e coordenador do projecto de reflorestação «Um milhão de carvalhos para a Serra da Estrela». Às 9:30h cerca de 200 voluntários partiram a pé em cinco grupos para percorrerem outras tantas rotas junto ao Vale Glaciar do Zêzere.

Cerca de um hora depois já tinham chegado aos locais de plantação, para onde um helicóptero Alouette da Base Aérea de Beja começou a transportar paletes de pequenos carvalhos.

Estima-se que a operação decorra até cerca das 16:00h e que sejam transportadas seis mil árvores ao longo de 10 a 15 voos de curta duração, com o ponto de carga situado na encosta do vale oposta aos cinco locais de plantação.

O helicóptero é tripulado por dois elementos da Força Aérea enquanto o tenente-coronel António Seabra coordena as operações no solo. A acção está enquadrada nas actividades da Força Aérea como um treino de qualificação de voo de montanha.

Depois da acção de hoje com o apoio da Força Aérea, a campanha de reflorestação «Um milhão de carvalhos para a Serra da Estrela» continua nas próximas semanas com visitas de escolas, com a plantação entregue aos mais novos.

A campanha é coordenada totalmente por voluntários da ASE e outras entidades ligadas ao ambiente e cadeia montanhosa mais alta de Portugal Continental.

Desde que arrancou, em 2006, a campanha já plantou e semeou 50 mil árvores numa faixa junto ao Vale Glaciar do Zêzere entre os 1400 e 1600 metros de altitude.

A ideia nasceu depois dos incêndios florestais que devastaram o vale do Parque Natural, em 2005, agravando a erosão. No Inverno seguinte, com a chegada das chuvas, desabamentos de terras chegaram a fechar a única estrada que atravessa o vale.

DD/Lusa

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