Blog de um algarvio, nascido e criado em Olhão, orgulhoso da sua terra, adepto fervoroso do S.C.Olhanense, licenciado em Biologia pela Universidade do Algarve, e mestre em Biologia da Conservação pela Universidade de Évora.
publicado por Ventura | Quinta-feira, 16 Outubro , 2008, 15:43

Num concurso patrocinado pela Nikon foram anunciados os vencedores da Melhor Fotografia Microscópica de 2008. A foto vencedora (em baixo) representa os filamentos de um tipo de diatomáceas que foram artificialmente coloridas através da polarização da luz.

Captada pelo britânico Michael Stringer, um microscopista aposentado, a fotografia em questão foi a escolhida, no passado dia 15, para receber o primeiro prémio (3000 dólares) do concurso anual que busca a beleza e a complexidade da vida através de um microscópio óptico.


publicado por Ventura | Quarta-feira, 15 Outubro , 2008, 00:07

 (TVNet)


publicado por Ventura | Segunda-feira, 13 Outubro , 2008, 09:09

A revista Science e a National Science Foundation (NSF) divulgaram os resultados do International Science and Engineering Visualization Challenge 2008.

A fotografia vencedora, intitulada de Floresta de Vidro, é da autoria de Mario De Stefano, da Segunda Universidade de Napoles (*), em Itália. Longe da inércia demonstrada, a fotografia mostra uma colónia de diatomáceas, algas unicelulares responsáveis pela produção de 40% do oxigénio presente na Terra.

Através do uso de um microscópio de varrimento electrónico, Mario De Stefano conseguiu capturar esta imagem da pequena (30µm) Licmophora ehrenbergii agarrada ao invertebrado Eudendrium racemosum, na costa italiana.

Estas algas caracterizam-se por utilizar a sílica para construir a sua parede celular e para interagir com o seu hospedeiro. Ao todo contabilizam-se mais de 100.000 espécies de diatomáceas, na maioria unicelular.


publicado por Ventura | Sábado, 11 Outubro , 2008, 00:14

Uma equipa de biólogos da Australia's Commonwealth Scientific and Industrial Research Organization (CSIRO) anunciou ter descoberto, numa expedição submarina entre a Austrália e a Antártica, 274 espécies não conhecidas até aos dias de hoje. Dentro desse elevado número de espécies podemos encontrar corais, estrelas-do-mar, esponjas, camarões e carangueijos. Alguns dos corais pensa-se que tenham cerca de 2000 anos de idade.

Esta descoberta foi feita em duas viagens separadas a reservas marinhas localizadas a cerca de 200 milhas a sul da Tasmânia, a 2000m de profundidade. Esta foi a terceira maior descoberta recente (as outras duas foram feitas a 18 e 21 de Setembro deste ano) de novas espécies em águas australianas.

Através de camaras avançadas, os cientistas armazenaram cerca de 8000 fotos e 100 horas de vídeo.

(Ver fotos)


publicado por Ventura | Quarta-feira, 08 Outubro , 2008, 13:14

Esta manhã foi revelado os premiados do Nobel da Química. O prémio nesta categoria vai ser entregue aos cientistas que descobriram e desenvolveram a proteína verde fluorescente: (pela ordem) os americanos Osamuno Shimomura, Martin Charlfie Roger Y. Tsien. O primeiro cientista isolou a proteína e os outros dois desenvolveram-na numa ferramenta extremamente útil para a Ciência. (Começou a ver-se o que anteriormente era invisível)

  

A proteína verde fluorescente, conhecida por GFP (Green Fluorescent Protein), é produzida por um cnidário chamado Aequorea victoria (em baixo) que emite fluorescência na zona verde do espectro visível. O gene que codifica esta proteína já foi isolado e é actualmente usado na produção de certas proteínas para ajudar na monitorização das mesmas (ex: localização dessa proteína in vivo ou através da fusão com células cancerígenas descobrir como se espalham, etc...).

Recentemente, outras proteínas foram já identificadas, como por exemplo a proteína fluorescente amarela (YFP) e vermelha (RFP), entre outras.


publicado por Ventura | Terça-feira, 07 Outubro , 2008, 20:09

Hoje foi a vez da Física ser a ciência laureada com um Nobel. Nas fotos a partir da esquerda, Yoichiro Nambu (E.U.A.), Makoto Kobayashi e Toshihide Maskawa (Japão) foram os físicos premiados este ano. O norte-americano foi o escolhido pela descoberta do mecanismo de quebra espontânea de simetria na física subatómica, enquanto que a dupla japonesa foram os escolhidos pela descoberta de quebras de simetria que indicam a existência de, pelo menos, três grupos de quarks (W) na natureza.

  


publicado por Ventura | Terça-feira, 07 Outubro , 2008, 14:56

Uma equipa anglo-japonesa descobriu um cardume de peixes que reside nas profundezas do Oceano Pacífico, na costa do Japão, a uma profundidade de 7.7km. Através de um robot submarino próprio para profundides extremas conseguiram filmar estes seres incríveis.

Os peixes descobertos são conhecidos pelo nome científico Pseudoliparis amblystomopsis e medem cerca de 30cm de comprimento. Alimentam-se de camarão e vivem na completa escuridão, orientando-se e procurando alimento através de um sonar natural.

 

"No-one has ever seen fish alive at these depths before - you just never know what you are going to see when you get down there".

 

Até agora a profundidade máxima em que se encontrou vida foi, em 1970, aos 8km quando se apanhou um Abyssobrotula galatheae mas, quando chegou à superficie, já se encontrava morto (um animal acostumado a viver a um pressão extrema nas profundezas do mar quando chega à superficie "explode" literalmente). O anterior recorde de animais vivos encontrava-se a cerca de 7km.

 

 "Nobody has really been able to look at these depths before - I think we will see some fish living much deeper."


O projecto Hadeep (H), iniciado em 2007, é o resultado da parceria entre a Universidade de Aberdeen (Oceanlab) e a Universidade do Japão (Ocean Research Institute) com o objectivo de aumentar o conhecimento das profundezas da Terra.


publicado por Ventura | Segunda-feira, 06 Outubro , 2008, 21:43

37 páginas do diário que sobreviveram a uma queda de, aproximandamente, 60km do vaivém espacial Columbia vão ser expostos este fim-de-semana e pela primeira vez em Jerusalém. Pertencia a Ilan Ramon, o primeiro astronauta israelita e um dos 7 elementos que morreram após a desintegração do vaivem em que seguiam durante a re-entrada na atmosfera a 1 de Fevereiro de 2003. As páginas foram descobertas descobertas junto à cidade de Palestina no Texas. Sobreviveram às temperaturas extremas, ao frio extremo da atmosfera e ao ataque de microorganismos e insectos no solo.


publicado por Ventura | Sábado, 27 Setembro , 2008, 15:50

O biólogo português Miguel Ramalho-Santos acaba de ganhar o Prémio de Novo Inovador, atribuído pelo National Institutes of Health (NIH), dos Estados Unidos, no valor de 1,5 milhões de dólares, noticiou uma fonte da Universidade de Coimbra.
O prémio destina-se a apoiar, durante os próximos cinco anos, a investigação em células estaminais embrionárias desenvolvida por Miguel Ramalho-Santos, no laboratório que dirige, nos Estados Unidos (SantosLab). Actualmente, Miguel Ramalho-Santos é docente da Faculdade de Medicina da Universidade da Califórnia (f), em San Francisco (E.U.A.), sendo professor assistente no Instituto de Medicina da Regeneração.
A sua investigação centra-se no controlo e função das células estaminais embrionárias, com implicações para a biologia, medicina regenerativa e cancro, adiantou à Agência Lusa fonte do Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra.
Os seus trabalhos têm sido publicados em várias revistas científicas de referência na área, nomeadamente a “Cell Stem Cell” e a “Gene Therapy”. Miguel Ramalho-Santos licenciou-se em Biologia na Universidade de Coimbra e doutorou-se na Universidade de Harvard.
Com o mesmo prémio foram distinguidos mais 30 jovens investigadores a trabalhar em universidades norte-americanas. Lançado em 2007, o Prémio Novo Inovador do The National Institutes of Health visa apoiar projectos de investigação que apresentem abordagens excepcionalmente inovadoras que possam transformar a ciência biomédica e comportamental. Desde a sua criação, o prémio já apoiou mais de 60 investigadores nos Estados Unidos, atribuindo um total de 92 milhões de dólares.

(fonte)


publicado por Ventura | Sexta-feira, 26 Setembro , 2008, 00:00

A NASA convidou um rapper inglês para gravar um tema sobre a Astrobiologia. A música já é um sucesso e conta com cerca de 40 mil visitas no Youtube (aqui).

 (TVNet)


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